PODE HAVER FELICIDADE SEM SACRIFÍCIO

Um homem deixa a sua esposa, grávida, e parte, porque não está mais satisfeito. Os dois trocaram dias e noites de votos eternos, que se tornaram efêmeros por razões fortes ou por razões rasas, como outro amor “eterno”. Há uma criança na história, que merece carinho e cuidado, mas isto implicaria em sacrifício.
Um amigo se torna indiferente ao outro porque não foi correspondido em uma expectativa, justa, por sinal. Os anos anteriores de fidelidade não foram uma poupança suficiente para as despesas da frustração de agora. Há uma amizade na história que, para ser mantida e cultivada, demanda o sacrifício da compreensão e até do perdão, mas a amargura dita que não vale a pena.
Uma organização sempre contou com a dedicação de um colaborador. No entanto, ela passou a enfrentar dificuldades e decidiu de pronto demitir o membro de sua equipe. Dava para mantê-lo mais tempo, mas a instituição preferiu não se sacrificar e optou por jogar na lata do lixo aquele que vestiu sua camisa por tanto tempo.
A ideia de sacrifício (fazer algo pelo outro ou até em lugar do outro) é muita estranha à mente humana.  Por isto, até hoje o sacrifício vicário (um inocente que se deixa morrer pelo culpado) não é aceito por tantos.
Só que não há felicidade sem sacrifício. Só isolamento.

Israel Belo de Azevedo
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Sobre Eudes Jansen

Ministro de Adoração e Artes da Primeira igreja Batista do Pará Ver todos os artigos de Eudes Jansen

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